
Genebra, 14 de abril de 2026: A décima segunda sessão da Reunião de Peritos Plurianual da ONU Comércio e Desenvolvimento sobre transporte, logística comercial e facilitação do comércio reuniu esta semana, no Palais des Nations, decisores políticos, organizações internacionais e representantes do setor privado para debater caminhos para reforçar a resiliência e a sustentabilidade do comércio global. A sessão foi moderada pelo Embaixador da República Dominicana e contou com contribuições da Secção de Facilitação do Comércio da ONU Comércio e Desenvolvimento, do programa ASYCUDA, da Organização Internacional do Trabalho, da Comissão das Nações Unidas para o Direito Comercial Internacional, da Aliança Global para a Facilitação do Comércio, bem como do setor privado, incluindo a A.P. Møller–Maersk (MAERSK), refletindo um diálogo amplo e multilateral.
Neste contexto, o programa ASYCUDA apresentou o ASYHUB Marítimo, destacando o seu potencial como Janela Única Marítima para apoiar operações portuárias mais eficientes e coordenadas. As discussões sublinharam o papel crucial da digitalização na resolução das ineficiências persistentes no comércio marítimo, incluindo sistemas de reporte fragmentados, duplicação de procedimentos e limitada coordenação entre as diferentes autoridades. As contribuições da Secção de Facilitação do Comércio da CNUCED destacaram como as medidas de facilitação do comércio, apoiadas por infraestruturas digitais como janelas únicas comerciais e marítimas, desempenham um papel fundamental na melhoria do desempenho portuário, no reforço da conectividade e na promoção da colaboração entre as entidades de fronteira.
O ASYHUB Marítimo foi apresentado como uma plataforma digital de ponto único de entrada para as formalidades de reporte de navios, permitindo o intercâmbio padronizado de dados entre as autoridades aduaneiras, portuárias, serviços de imigração e outros intervenientes. Trata-se de um sistema ao qual os utilizadores podem aceder de forma segura e efetuar login, funcionando simultaneamente como uma interface de última geração para o intercâmbio e a centralização de dados comerciais. Baseada em tecnologias interoperáveis e alinhadas com normas internacionais, a plataforma facilita a extração e o processamento de dados provenientes de múltiplas fontes, incluindo companhias marítimas, operadores logísticos e transitários, transformando informação frequentemente fragmentada e duplicada em dados acionáveis. Ao permitir a partilha de informação em tempo real em todo o ecossistema marítimo, contribui para a aceleração do despacho de navios, a melhoria da gestão de risco e o aumento da transparência.
A apresentação destacou ainda que o ASYHUB Marítimo é o resultado de uma colaboração tripartida única entre a CNUCED, a agência alemã de cooperação internacional Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) e o setor privado, nomeadamente a MAERSK. Desenvolvida com financiamento da GIZ e com base na experiência operacional e no know-how da Maersk, a plataforma reflete um modelo que combina cooperação para o desenvolvimento, mandato público e conhecimento do setor privado. As contribuições da Maersk enfatizaram igualmente a importância dos corredores comerciais digitais, da integração de dados de ponta a ponta e dos conceitos de “fronteiras inteligentes” para mitigar perturbações e reforçar a resiliência das cadeias de abastecimento globais.
A apresentação gerou forte interesse entre os participantes, com representantes de organizações internacionais, governos e do setor privado a reconhecerem e elogiarem coletivamente a relevância e os benefícios práticos do ASYHUB Marítimo para a comunidade marítima. As experiências nacionais partilhadas durante a sessão destacaram a implementação do ASYHUB Marítimo na Venezuela, bem como o seu futuro lançamento em Trinidad e Tobago, demonstrando a sua adaptabilidade a diferentes contextos operacionais. No Médio Oriente, a implementação na Jordânia foi assinalada pelo seu impacto regional mais amplo, facilitando o comércio para além das fronteiras nacionais.
As discussões sublinharam também a relevância de tais soluções para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID), onde as limitações estruturais em infraestruturas portuárias e conectividade continuam a ser significativas. Os participantes manifestaram interesse em aprofundar os intercâmbios técnicos para explorar a aplicação do ASYHUB Marítimo nestes contextos.
As questões levantadas durante a sessão centraram-se nas modalidades de implementação, custos e requisitos técnicos. O programa ASYCUDA destacou a sua abordagem orientada pela procura e o seu modelo custo-eficiente, no qual os projetos são geralmente financiados pelos países beneficiários como investimentos estratégicos. As opções flexíveis de implementação, incluindo soluções baseadas na nuvem e centros regionais de alojamento, foram apontadas como fatores-chave para países que enfrentam constrangimentos técnicos ou infraestruturais.
À medida que as cadeias de abastecimento globais se tornam mais complexas, as discussões reforçaram a necessidade de soluções digitais interoperáveis e orientadas por dados. Neste contexto, o ASYHUB Marítimo oferece uma abordagem prática para modernizar as operações portuárias, reforçar a coordenação entre entidades e aumentar a resiliência dos sistemas de comércio internacional.
Genebra, 14 de abril de 2026: A décima segunda sessão da Reunião de Peritos Plurianual da ONU Comércio e Desenvolvimento sobre transporte, logística comercial e facilitação do comércio reuniu esta semana, no Palais des Nations, decisores políticos, organizações internacionais e representantes do setor privado para debater caminhos para reforçar a resiliência e a sustentabilidade do comércio global. A sessão foi moderada pelo Embaixador da República Dominicana e contou com contribuições da Secção de Facilitação do Comércio da ONU Comércio e Desenvolvimento, do programa ASYCUDA, da Organização Internacional do Trabalho, da Comissão das Nações Unidas para o Direito Comercial Internacional, da Aliança Global para a Facilitação do Comércio, bem como do setor privado, incluindo a A.P. Møller–Maersk (MAERSK), refletindo um diálogo amplo e multilateral.
Neste contexto, o programa ASYCUDA apresentou o ASYHUB Marítimo, destacando o seu potencial como Janela Única Marítima para apoiar operações portuárias mais eficientes e coordenadas. As discussões sublinharam o papel crucial da digitalização na resolução das ineficiências persistentes no comércio marítimo, incluindo sistemas de reporte fragmentados, duplicação de procedimentos e limitada coordenação entre as diferentes autoridades. As contribuições da Secção de Facilitação do Comércio da CNUCED destacaram como as medidas de facilitação do comércio, apoiadas por infraestruturas digitais como janelas únicas comerciais e marítimas, desempenham um papel fundamental na melhoria do desempenho portuário, no reforço da conectividade e na promoção da colaboração entre as entidades de fronteira.
O ASYHUB Marítimo foi apresentado como uma plataforma digital de ponto único de entrada para as formalidades de reporte de navios, permitindo o intercâmbio padronizado de dados entre as autoridades aduaneiras, portuárias, serviços de imigração e outros intervenientes. Trata-se de um sistema ao qual os utilizadores podem aceder de forma segura e efetuar login, funcionando simultaneamente como uma interface de última geração para o intercâmbio e a centralização de dados comerciais. Baseada em tecnologias interoperáveis e alinhadas com normas internacionais, a plataforma facilita a extração e o processamento de dados provenientes de múltiplas fontes, incluindo companhias marítimas, operadores logísticos e transitários, transformando informação frequentemente fragmentada e duplicada em dados acionáveis. Ao permitir a partilha de informação em tempo real em todo o ecossistema marítimo, contribui para a aceleração do despacho de navios, a melhoria da gestão de risco e o aumento da transparência.
A apresentação destacou ainda que o ASYHUB Marítimo é o resultado de uma colaboração tripartida única entre a CNUCED, a agência alemã de cooperação internacional Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) e o setor privado, nomeadamente a MAERSK. Desenvolvida com financiamento da GIZ e com base na experiência operacional e no know-how da Maersk, a plataforma reflete um modelo que combina cooperação para o desenvolvimento, mandato público e conhecimento do setor privado. As contribuições da Maersk enfatizaram igualmente a importância dos corredores comerciais digitais, da integração de dados de ponta a ponta e dos conceitos de “fronteiras inteligentes” para mitigar perturbações e reforçar a resiliência das cadeias de abastecimento globais.
A apresentação gerou forte interesse entre os participantes, com representantes de organizações internacionais, governos e do setor privado a reconhecerem e elogiarem coletivamente a relevância e os benefícios práticos do ASYHUB Marítimo para a comunidade marítima. As experiências nacionais partilhadas durante a sessão destacaram a implementação do ASYHUB Marítimo na Venezuela, bem como o seu futuro lançamento em Trinidad e Tobago, demonstrando a sua adaptabilidade a diferentes contextos operacionais. No Médio Oriente, a implementação na Jordânia foi assinalada pelo seu impacto regional mais amplo, facilitando o comércio para além das fronteiras nacionais.
As discussões sublinharam também a relevância de tais soluções para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID), onde as limitações estruturais em infraestruturas portuárias e conectividade continuam a ser significativas. Os participantes manifestaram interesse em aprofundar os intercâmbios técnicos para explorar a aplicação do ASYHUB Marítimo nestes contextos.
As questões levantadas durante a sessão centraram-se nas modalidades de implementação, custos e requisitos técnicos. O programa ASYCUDA destacou a sua abordagem orientada pela procura e o seu modelo custo-eficiente, no qual os projetos são geralmente financiados pelos países beneficiários como investimentos estratégicos. As opções flexíveis de implementação, incluindo soluções baseadas na nuvem e centros regionais de alojamento, foram apontadas como fatores-chave para países que enfrentam constrangimentos técnicos ou infraestruturais.
À medida que as cadeias de abastecimento globais se tornam mais complexas, as discussões reforçaram a necessidade de soluções digitais interoperáveis e orientadas por dados. Neste contexto, o ASYHUB Marítimo oferece uma abordagem prática para modernizar as operações portuárias, reforçar a coordenação entre entidades e aumentar a resiliência dos sistemas de comércio internacional.